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Leiam! Pois levarão menos tempo para ler, do que eu levei para escrever,
é de tirar o folego! QUANDO SE MUDOU PARA A MANSÃO DO SEU CONCUNHADO, EDWARD. A JOVEM PEGGEN NÃO IMAGINAVA QUE SERIA TÃO DIFÍCIL RESISTIR AS INVENTIDAS DELE. NESSE TRECHO DE A ROSA DO INVENRNO(ESSÊNCIA), ELA SE ENTREGA AO PECADO."Apesar de todos os seus protestos de mocinha vistuosa, você me quer Peggen, tanto quanto eu quero você"Peggen respirou fundo, pronta para repreendê-lo com negativas. Recuou o braço para lhe dar um golpe certeiro com a palma da mão...Ele viu no movimento rápido e agarrouo pulso dela, detendo-a a alguns centimetros de seu rosto.
Antes de ela poder dizer uma palavra, Edward tinha torcido o braço delgado atrás das costas dela. Encontrando-se subtamente com o corpo em contato com o de Edward, os sentidos foram assaltados por uma dezena de diferentes sensações - a linha longa e dura da coxa dele entre suas pernas, o aperto férreo dos dedos frios dele ao redor do seu pulso e da sua cintura - e Peggen não poderia nem mesmo gritar, de tão surpresa. E então quando conseguiu recompor os sentidos para tomar folêgo e protestar cotra aquele tratamento rude, as palavras foram abafadas pelos lábios de Edward, que pousou sobre os dela em um beijo que tirou a respiração de Peggen... e também o seu pensamento.
O domínio de Edward sobre ela, porém, não se deteve nos lábios. Os dedos que lhe havia agarrado a cintura se soltaram e a mão de Edward subiu deslizando pelo seu braço, acariciando a curva macia do seu ombro e daí circulando a coluna do pescoço, enquanto o braço ao redor da cintura a puxava para ainda mais perto. O desejo de Edward se tornou alarmantemente perceptível, já que uma rígida ereção fazia pressão contra o abdômen dela.
Foi quando os lábios dele começaram a deslizar sobre seu pescoço, de cima para baixo, que Peggen soube que estava perdida. Nunca tinha sentida nada como aquela sensação ardente que a boca dele deixava sobre sua pele lisa. Suas mãos, que antes estavam abertas sobre o peito de Edward, tentando empurra-lo para longe, derrepente circulava pelo pescoço dele, com o desejo de puxa-lo para mais perto. Então a cabeça de Edward mergulhou para mais baixo, e Peggen ofegou, as costas arquejando contra a balaustrada.
Os mamilos ficaram nus, cada ponta rosa sendo acolhida pela língua e lábios de Edward.
A mão de Edward então tomou o lugar de seus lábios, os dedos massageando a carne macia enquanto a boca recapturava a dela. Uma das mãos dela, como que por vontade própria, começou então uma audaciosa exploração pelo membro rígido.
Ela sentiu o desejo dele pulsando contra sua mão. Levantou a cabeça e olhou-o com os olhos semicerrados de desejo. Ele afastou com a mão as camadas de seda e renda que a separavam dele e enconstou-se contra as calças de algodão dela, no ponto quente e úmido em que as coxas se uniam.
Peggen quase enlouqueceu com as sensações explosivas que os dedos dele lhe causavam.
"Maldição" praguejou Edward contra o pescoço dela. "Não podemos fazer isso em um corredor. Venha o meu quarto fica logo ali..."
Peggen sentou-se na cama. Ele estendeu os braços e a pegou pelos dois ombros novamente. Ela sabia que o que faziam estava erradoe que mais tarde se arrependeria, mas não conseguia reunir forças para dizer as palavras o fariam parar. Os lábios dela tinham se aberto debaixo dos dele e a língua de Edward lhe esquadrinhava a boca com intensidade febril.
Naquele ardor, Peggen foi surpreendida por um som de tecido rompendo e percebeu que Edward tinha lhe rasgado a roupa de baixo. A boca quente se movia dos lábios dela, para a maciez do pescoço, do mamilo rosado de um seio, enquanto o outro era pressionado pelos dedos exploratórios. Ela ofegou quando a língua dele estimulou o botão rosa que encontrou ali e os dedos dela se entrelaçaram nos cachos negros do cabelo de Edward. Peggen não conseguia pensar, não conseguia respirar, não conseguia fazer nada a não ser contorcer-se de prazer. Ao sentir os dedos de Edward deslizarem sobre seus ventre , em busca da umidade entre suas pernas, ela só conseguia ofegar, arquejando o corpo contra o dele. Nunca nada parecera tão certo.
Com as mãos envolvendo as nádegas nuas dela, Edwad a puxou, fazendo a ficar de joelhos sobre o colchão e segurando-a tão apertada contra si que os pelos do seu peito arranhavam os mamilos dela.
Peggen introduziu as mãos nas calças dele, e quando o membro ereto saltou, ela o rodeoum fazendo com que Edward gemesse de prazer. Impressionada com o tamanho do orgão que estava em sua mão, Peggen ofegou novamente quando os dedos de Edward se moveram mais uma vez entre suas pernas. Peggen arqueava contra a pressão da mão, que a faziam chorar de prazer.
Edward não aguentava mais. Empurrando-a de costas contra o colchão, ele se deitou entre as sedosas coxas abertas. Quando a ponta do pênis a aguilhou, Peggen instintivamente arqueou as costas oferecendo-se completamente.
Dentro dela, Edward se encontrou no cerco mais apertado que já tinha experimentado.
"Não saia", suplicou ela, Edward sorriu.
"Não vou a lugar algum, amor", ele disse.
Espero que tenham gostado!
Beijos estaldos ;*